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  • Astênio Araújo

Os Axiomas da Energia #2

AXIOMA # 2 – MAIS PRAZER É IGUAL A MENOS ENERGIA

"Ladeira abaixo, todo santo ajuda."

Popular.

"Se você ama o que está fazendo, isto deixa de ser trabalho."

Fred Gratzon, no livro: Sucesso sem Esforço.

"Um ser integral conhece sem agir, vê sem olhar e realiza sem fazer..."

Lao Tzu.




Criei o mapa de níveis astenianos, em 2007, como parte de uma apresentação para um seminário de marketing, organizado pela turma concluinte do Curso Superior de Marketing de Vendas da Universidade Potiguar (UNP). Ele foi concebido para mostrar como as pessoas percebem os produtos do mercado, em uma relação de amor e ódio, passando por vários níveis. Há notadamente coisas que amamos e coisas que odiamos.

São sete os níveis, numerados de -3 até +3, compondo uma tabela. Quanto maior for o número positivo, maior é a afinidade; e quanto maior for o número negativo menor é a afinidade.

O mapa possui aplicações diversas. Pode ser usado, por exemplo, para classificar a relação entre as pessoas de um grupo. No decorrer destes axiomas, veremos algumas destas aplicações. Por enquanto, vamos usá-los para analisar as afinidades das pessoas na execução de tarefas.

NÍVEIS DE AFINIDADES NA EXECUÇÃO DE TAREFAS.



Como as informações explicam, classificamos as coisas que fazemos em sete níveis. Do nível +1 ao +3 ficam as coisas que gostamos de fazer. Do -1 ao -3 ficam as que não gostamos. No nível zero ficam aquelas das não gostamos nem deixamos de gostar.

Das coisas que gostamos de fazer, temos aquelas que gostamos, embora pouco, mas que as fazemos mediante remuneração. A remuneração não necessariamente se faz na forma de pagamento em dinheiro. Pode ser através de reconhecimento, por exemplo. Estas são as de nível +1. Logo após temos as coisas que gostamos muito de fazer e que somos capazes de fazer até de graça. O nosso próprio reconhecimento é suficiente. Acima disto, temos as coisas de nível +3, as que adoramos. Estas nós até somos capazes de pagar para fazer. Pagar neste caso pode até significar pagar o maior “mico” em nome do prazer.

Das coisas que não gostamos de fazer, temos as que não gostamos moderadamente, que são as de nível -1. Fazemos estas coisas mediante uma modesta remuneração. Após estas, temos as coisas que não gostamos muito de fazer e que para fazê-las cobramos caro. As de nível -3 são as que detestamos e não há dinheiro no mundo que nos faça fazê-las. Guardadas as devidas proporções, normalmente classificamos assim as nossas atividades.

Quando estamos executando coisas nos níveis +3 e +2, gastamos muito pouca energia. É recomendado, portanto, que empreguemos a maior parte do nosso tempo nestas atividades. As atividades fora destes dois níveis necessitam de muita energia externa para ocorrerem. Em uma empresa, por exemplo, se a maior parte da equipe estiver a fazer coisas dos níveis negativos, o chefe vai ter que “caprichar” na pressão, nas cobranças e nos “gritos” , para fazer a turma produzir. Ao contrário, se as atividades forem classificadas em função das afinidades das pessoas, o trabalho flui naturalmente. Portanto, uma das grandes habilidades dos grandes líderes é colocar as pessoas certas nos lugares certos.


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